domingo, 28 de setembro de 2014

Meu primeiro susto como mãe

 Semana passada tive a primeira preocupação de mãe. No meio da madrugada de terça para quarta a pequena acordou com uma baita febre. Achei super estranho, afinal a Alice nunca teve esse tipo de febre, repentina, ainda mais no meio da madrugada.
 Corri para pegar o termômetro. Usei aquele digital no formato de chupeta, super prático, e me assustei ao ver 39,1ºC. Como ela não apresentava nenhum outro sintoma como tosse, coriza, espirros, nem choro eu apenas mediquei e fiquei de olho até a febre começar a baixar. E a quarta-feira foi assim com a febre subindo e baixando com medicação e nada da bebê apresentar algum outro sintoma. Até então pensei que talvez fosse culpa dos dentinhos que estão a caminho.
 Na quinta feira ela amanheceu super abatida e a febre persistente continuava a dar o "ar da graça". Comecei a desconfiar que não era nada de dente, meu instinto de mãe me dizia isso. Até porque já haviam saído outros 6 e ela não teve febre. Eu estava fazendo o almoço e minha irmã fazendo compressas nela quando decidi levá-la ao médico logo. 
 A médica do pronto atendimento foi direta ao me dizer que não era culpa dos dentes e que tanto a garganta quanto os ouvidos e pulmões estavam limpinhos. Nessa hora minha preocupação aumentou ainda mais e o que ela me disse foi para voltar para casa, continuar a medicá-la só com o remédio da febre e aguardar mais 24h e então voltar lá, pois aí caso não fosse uma virose apareceria os primeiros sintomas.
 E foi exatamente isso que aconteceu. No outro dia bastou o médico olhar a garganta dela e lá estavam as placas. Minha princesa começaria então a tomar seu primeiro antibiótico. Dois dias depois ela já estava 100%, mas apareceram muitas bolinhas vermelhas pelo corpo todo e lá fomos nós para o PA novamente e o diagnóstico foi alergia ao medicamento. Começamos então a dar um antialérgico e assim desapareceram as bolinhas e a febre já era história.

Esse foi meu primeiro susto como mãe. Alguém já passou por algo semelhante? Ou tem bebê que teve alergia ao medicamento?

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A primeira noite inteira de sono

 Finalmente chegou a noite que eu tanto esperei. Aos 11 meses e 1 dia minha pequena maravilha dormiu a noite inteira, não acordou nem para tomar mamadeira.
 Li estes dias que a partir de um ano a criança já não deve acordar no meio da noite para se alimentar e que caso isso ocorra a mãe deve aos poucos substituir o leite primeiro por chá e depois por água, até que a criança vai perder o hábito.
 A Alice recem fez 11 meses, mas eu já estava preocupada com essa função de acordar no meio da noite, pois quero muito que ela vá dormir no quartinho dela e desde o início da semana já estava dando uma mamadeira de leite próximo a meia-noite e nada durante a madrugada.
 Quando ela acordava eu deitava ela novamente e ela seguia dormindo. Até que na noite passada ela nem acordou.
 No dia de ontem não deixamos ela tirar o cochilo costumeiro das 19h, pois dois dias atrás ela tirou e foi até 2h50. Durante a tarde ela dormiu das 14h20 às 16h55, o que achei um mega cochilo. E depois disso só ferveu, brincou na encerra, brincou no chão até que 22h50 ela me pediu colo, esfregou os olhinhos e fomos para cama. Cinco minutos depois ela estava dormindo sem nem ao menos resmungar.
  Vou seguir a receita do dia de ontem e espero que todas as noites sejam de muito sono para nós duas.

sábado, 6 de setembro de 2014

O dilema da comida

Uma amiga que mora fora do país questionou a mim e a outras amigas sobre a forma como oferecemos os alimentos aos nossos pequenos. Segundo ela, lá, nos Estados Unidos não é nada comum alimentar os bebês oferecendo comidinha na boca, como costumamos fazer por aqui, mas deixá-los pegar os alimentos com as próprias mãos para que eles se desenvolvam mais independentes. Ela acrescentou ainda que os vegetais são oferecidos crus e ela está achando muito difícil fazer o pequeno comer.

Já deixei a Alice pegar a comida com a mão, mas confesso que foi a maior bagunça e o que ela menos fez foi colocar a comida na boca. Já ofereci legumes cozidos como brócolis e ela não gostou nada da textura de "arvorezinha" e o que fez foi ficar jogando a comida de uma lado para outro.
Outra vez tentei dar maçã em cubinhos e ela não gostou também, ela prefere raspadinha e na boca. Até comentei com a pediatra dela, que já havia me dito para começar a introduzir na alimentação dela a nossa comida diária e não apenas papinha de legumes, que ela não gota de comer a nossa comida. Para fazê-la comer tem que ter BASTANTE caldo de feijão e ainda assim esmagar um pouco com o garfo pois caso contrário ela tira tudo da boca  joga fora.
A pediatra me disse que isso é normal já que ela não tem muitos dentes para poder mastigar e por isso a preferência pela sopa.

Comecei então a misturar. Não deixei de fazer a sopinha de legumes que ela tanto gosta, mas passei a acrescentar um pouco da nossa comida a porção que ela come, inclusive de saladas verdes, e ela nem notou a diferença. E aos poucos irei diminuindo a quantidade de sopa e aumentando a de comida "seca". E quanto a comer com a própria mão eu vou aos pouquinhos.

Como vocês se fazem mamães?

Oi, de novo!

Oi mamães!!
Nossa, as coisas andam tão corridas que, sinceramente, não lembrava que já fazia tanto tempo que eu não pintava por aqui. Ontem enquanto li os comentários em um post meu lembrei do blog. Uma amiga que mora fora do país queria saber como nós, aqui, alimentamos nossos bebês.
Esse assunto vai acabar virando post aqui do blog, é claro.
E convido todas as mamães a participarem e comentarem para que possamos dividir experiências.